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02 outubro 2013

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Antônio e os guardanapos cheios de amor


A cerca de um ano passeando pela internet conheci os versos de Antônio. Simples, lindos e feitos em guardanapos. Com o tempo me vi lendo durante horas todos aqueles feitos e encantada com a possibilidade de admirar alguém que você não sabe ao certo quem é. Isso mesmo. Ninguém sabe quem é Antônio e é aí que mora grande parte da beleza de seu trabalho, sua genialidade. 




Depois de conhecer os guardanapos foi hora de me surpreender com os textos. Talvez pela sinceridade, pela espontaneidade ou quem sabe pela transparência do sentimento. A forma como relata, seus trocadilhos e a sua visível inteligência na hora de elaborar algo. Talento, vai ver é esse mesmo o segredo de Antônio, seu enorme e surpreendente talento.

"Mas eu li o poema que você escreveu pra mim quando nem sonhávamos em sonhar em estar juntos um dia – se é que já estivemos juntos um dia. E aqueles versos bobos talvez sejam a coisa mais linda que li até hoje. Neruda que me perdoe. Quintana que me desculpe. Drummond que não me julgue. Aquele seu poema é o único clássico que tem espaço cativo e afetivo na minha estante: entre a Liberdade, de Franzen, e o Eu Hei-de Amar uma Pedra, de Lobo Antunes. E é lido todos os dias desde o dia que não nos vimos mais. Quando leio: “Amado, Antônio, o mundo é tão estúpido que as pessoas precisam amar.” Eu tremo. Quando releio “Antônio, amado, o mundo é tão estúpido que eu não posso te amar“. Eu choro. E essa fala ainda reverbera nitidamente feito berro silencioso nos meus tímpanos de menino. Eu ouço a sua voz declamar cada verso, como se fosse rasgar minha memória. E rasga.
Um dia você deixou escapar que sentia vergonha por nunca ter lido um clássico. Eu tenho vergonha dos que nunca leram um poema seu."
———————————————————-
Autor: Antônio (eumechamoantônio) 




É meio impossível para mim imaginar como alguém guarda tanta criatividade. Alguns dizem que Antônio pode ser alguém já conhecido, eu acredito que não. Acredito que Antônio seja exatamente como qualquer um de nós, longe de holofotes. 
Agora Antônio está selecionando os melhores guardanapos que irão virar um livro e eu só tenho a certeza de que irei correndo comprar assim que for publicado. Acredito que muitos de vocês já devam conhecer o trabalho dele, se não, essa é uma boa hora.









E aí, o que acharam do Antônio? Vale à pena conhecer.










21 julho 2013

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Os mais esperados de 2013


































Tem coisa mais gostosa do que ler um bom livro daqueles que te prendem e te fazem querer ficar ali para sempre? Pois é gente, quem é amante da leitura assim como eu sabe que essa é uma das sensações mais gostosas da vida de alguém. Ultimamente eu ando sem ler muitos livros por que falta-me tempo. Estou de férias mas acabei fazendo muito mais coisa do que eu realmente planejava.
Uma das minhas metas anuais corresponde a leitura pois eu tenho uma opinião muito bem formada de que quanto mais eu leio mais eu cresço (psicologicamente e culturalmente falando).
Retardei o meu ritmo de leitura devido aos muitos afazeres e isso vem me deixando bastante magoada e com um peso enorme na consciência mas como eu sei que eu terei de ter paciência até que minha agenda fique menos lotada decidi compartilhar com vocês os livros que eu pretendo comprar ainda esse ano.

01. Quem é você, Alasca? -John Green
Eu havia botado esse livro da minha Whishlist de Julho mas como nem tudo é perfeito o mês tá acabando e nada do livro. Acho que vou acabar não comprando ele esse mês. 
Sou louca pelo livro "A culpa é das estrelas" do mesmo autor e tenho a maior vontade de ler outra obra dele que também é bastante conhecida.
(Aceito presentes, haha)




02. Tô com vontade de uma coisa que eu não sei o que é. -Tati Bernardi
Quem acompanha o blog sabe que eu tenho uma paixão pelas crônicas da Tati, eu vivo postando algumas por aqui. É inspirador e insano o jeito como ela expressa as maiores loucuras da cabeça de uma mulher.
O que mais me frusta é nunca ter lido um livro de uma das autoras mais incríveis que já encontrei por aí. Incisiva os livros dela fazem qualquer um esperar muito da leitura.
Acho que o título do livro já demonstra bastante as grandes confusões que podemos nos deparar no decorrer do mesmo. Morro de vontade de tê-lo.


03. A descoberta do mundo. -Clarice Lispector
A Clarice, na minha opinião, é a escritora mais genial que já existiu. As obras dela são lindas. 
Esse livro é a reunião de vários artigos da autora que foram publicanos em anos de jornalismo. É ver a obra prima das transições de fase de alguém brilhante como ela assim, reunida em um único lugar.





É claro que esses não são os únicos livros que eu pretendo ler durante o ano mas esses são os que eu tenho mais expectativa. Acho que por estar com essa vontade de lê-los já a algum tempo talvez.

Vocês já leram alguns desses livros? Gostariam de ler? Quais livros vocês estão planejando ler durante o ano?

07 julho 2013

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Leia o texto abaixo e depois leia de baixo para cima




"Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais..."


 -Clarice Lispector


Clarice, com sua genialidade de sempre, sempre inovando, surpreendendo da forma mais simples que existe. Autora que me encanta, me inspira e me faz querer alcançar tão alto quanto. Ler Clarice é como alçar voo, aquela sensação de liberdade te completa e quase transborda.

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17 junho 2013

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Apenas sem Razão

Preciso descobrir urgentemente
quem sou, 
de que gosto,
o que me oprime,
o que me excita ou desanima,
o que me resta ou sobra,
o que me grita ou sussurra,
o que me cura ou desmente.

Preciso ser inconsequente,
e doar, e chorar, 
e escrever sem testemunhas,
e mudar de endereço,
e mergulhar no vazio,
e aflorar no estio,
e viver do amor ausente.

Estarei preparado
para me conhecer de fato?

Frio na barriga:
Sou eu a esperar ansiosamente
o momento de ser finalmente
apresentado a mim.
    
                                -Sinval Farias




Sinval Farias é meu professor (e de mais 5.999 pessoas) em um cursinho pré-vestibular famoso em minha cidade. Descobri à pouco que além de ótimo professor ele também e um escritor nato e me senti privilegiada de alguma maneira por ter contato, mesmo que indireto, com alguém tão talentoso.
Corri então aqui pro blog (que estava abandonado graças a minha dedicação ao ENEM) e decidi que eu precisava compartilhar com vocês algo da autoria de Sinval.
Deixo aqui o Blog do professor Sinval Farias e espero que tenham gostado do poema!


P.S:  Desculpem-me pela ausência mas é como diz o ditado "A males que vem para o bem" então, nesse tempinho que estive de fora pude ler ótimos livros, esperem por que virão boas resenhas em breve!

17 maio 2013

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Mais uma crônica da Bruna

"Foi só um erro. Um errinho. Uma hora, ou talvez 26 minutos, sei lá, que mudaram tudo. Fico pensando nisso antes de dormir. Em como as coisas poderiam ter sido diferentes. Mas não depende de mim. Ou melhor, não dependeu de mim. Agora depende. Mas agora é fácil demais dizer que tudo pode ser de um outro jeito daqui para frente. Pois é tarde. O ponteiro do relógio já girou um milhão de vezes. O sol nasceu e se pôs, de um jeito lindo que fiz questão de fotografar, umas trinta. Eu, mudei de casa, empurrei móveis sozinha e fiz novos amigos. Que graças a Deus, você nem conhece. Sabe, eu fui em bar muito legal. E pela primeira vez em semanas, me diverti. Deixei que conhecessem a Helena. A sua Helena.
Tive várias conversas. Desabafei até não conseguir mais me ouvir contar a mesma história. No fundo eu queria que me dissessem o quão idiota você foi. Principalmente aquelas pessoas que viram o quanto eu me esforcei para dar certo. Mas disso, eu já sabia. E sabia também que era questão de tempo para você assumir que é uma criança. Daquelas que fazem arte e saem correndo para chorar no colo da mãe. Agora ela já não pode fazer nada por consertar os seus erros, né? Que peninha.
Te abstraindo da minha vida, percebi algumas coisas. No trânsito, que sempre odiamos, por exemplo. As luzes vermelhas pra cá e as brancas pra lá, podem me acompanhar até lugares inesperados. Avenidas. Muros pichados. Árvores solitárias. Novos andares. Os meus amigos. Nada como uma desilusão amorosa para gente aprender a valorizá-los. E perceber os que não dão a mínima também.
Não te odeio, porque, sinceramente, você me fez é bem. Tive que me virar sozinha. Dizem que amadurecemos mais rápido quando somos obrigados, né? É verdade. Se antes me davam 20, agora passo por 25 com certeza. Não estou falando de aparência. Porque eu continuo tendo aquela cara de menininha de sempre. Na verdade, meu cabelo cresceu mais um pouquinho e estou me sentindo mais bonita. Estou falando de atitude. Palavra bonita essa, né?
A solidão tem dois lados. Embora a felicidade geralmente esteja na companhia de alguém, ficar sozinha em casa também é um jeito de descobrir o caminho. Para parar de ficar pensando em tudo o tempo todo, sabe? A resposta das perguntas que fiz quando me mostraram quem você realmente é estavam, como disseram, no tempo.
Nesses meses, algum vez, você realmente conseguiu ser você perto de mim? Sei lá. Talvez quando me contou aquele segredo de família no chão de sala e eu sem dizer nada,te abracei. Ou quando no banco da pracinha, antes da viagem, jurou que não tinha graça sem mim?
Tinha sim.
Tudo bem. Não precisa se sentir tão culpado. Foi um erro. Um errinho. Que deixou uma dor. Uma dorzinha. Que tá passando. Dia após dia. Página após página. Texto após texto. Mensagem após mensagem. Era para ser assim e o que podemos fazer? Apenas foi." -Bruna Vieira

(Ainda procurando entender como ela conseguiu escrever algo tão parecido com uma história minha).

09 maio 2013

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A Praia -Clarissa Corrêa


Nunca fui muito boa em aceitar as coisas. Sempre busquei uma explicação para tudo, meu lado Sherlock Homes tem fascínio em descobrir tim tim por tim tim a parte oculta das coisas, o lado B das pessoas. Nem sempre isso é fácil e rápido, mas quando mergulho de cabeça em um assunto não há quem me faça sair dele.

Foi difícil acreditar e compreender que você me doía. Um sentimento não deve doer tanto assim, pensei diversas vezes. Mas, você sabe, sei me passar muito bem a perna, o braço, o apêndice e tudo mais. Perdi as contas de quantas noites deitei a cabeça no travesseiro e comecei a repassar mentalmente tudo que vivemos. Não me faltaram questionamentos. Onde errei? O que poderia ter feito diferente? O que poderia ter evitado?

Não era para você me doer tanto. Me apeguei, por instinto e carência, a pequenos detalhes, fagulhas, faíscas que jamais existiram. Ou existiram e eram pequenas demais. Voltei a repassar mentalmente tudo que podíamos ter vivido. O que você poderia ter feito? Onde você poderia ter aparecido, com um sorriso apaixonado e um olhar bobo, e ter me dito fica. Fica esta noite. Fica esta semana. Fica este mês. Fica este ano. Fica comigo esta vida. E na próxima também, porque eu sinto a sua falta a cada segundo que meu olhar se perde do seu. 

Tentei voltar no que ficou para trás, mas não consegui. O passado andava rápido demais. Os passos eram largos, intensos, firmes. E eu tentava desesperadamente correr atrás do que restou aqui dentro. Tudo foi em vão. O meu mundo ficou pequeno, apertado, sombrio e triste. Existia ainda algo sem cor e sem som chamado esperança. Uma esperança que renascia a cada dia. Esperança de que você se arrependesse e me pedisse com a voz trêmula e os olhos úmidos: fica. Fica até a gente se perder um no outro. Fica para sempre, ainda que a gente não saiba se ele existe realmente. Fica até depois que tudo terminar. 

Então eu tentei tirar tudo da cabeça em um happy hour com amigos, um novo corte de cabelo, um filme novo no cinema, uma bolsa nova, um novo papel de parede, aquela viagem tão sonhada. Por breves momentos até consegui, mas depois me dei conta que o novo nem sempre apaga o velho. E que não adianta tentar pisar em cima de todos aqueles castelos de areia, tem que deixar a onda chegar e levar. 

Quis voltar para onde tudo parou e tentar fazer de lá um novo começo. Um recomeço qualquer, mais bonito, diferente, sem os erros do passado. Mas percebi que inevitavelmente o tempo passa e as pessoas mudam e as lágrimas secam e você começa a se reerguer devagar. Então, sem tentar fazer força, você olha o que restou dos castelos que a onda levou. E percebe que está na hora de mudar de praia, de areia, de estrutura, de castelo. E começar uma nova história. Do zero.

22 abril 2013

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Mais uma da Tati Bernardi



"Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava. 
Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo. 

...Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu....
....Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo. 

Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza....
....sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinta falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.

Prometi não tentar entender e apenas sentir, sentir mais uma vez.. Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria." -Tati Bernardi


Tati e sua mania de sempre traduzir todos os meus sentimentos em palavras.

20 abril 2013

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Nossas páginas em branco -Clarissa Corrêa

"Um vento fresco entrou pela janela. Ao invés de encostar o vidro coloquei o rosto para fora. Nesses momentos sinto a vida, pensei. Não que nos outros dias não sinta. Mas chuva e vento no rosto são duas coisas que me fazem bem. 

Tentei lembrar do antes. Daquela época em que eu achava que a vida podia ser intensa, bela, inteira. Hoje olho para dentro do peito e me pergunto: como ser inteira sem você? Meus pedaços foram arrancados, o que corre nas minhas veias é saudade. 

A saudade que eu sinto nem é de você. É do meu sorriso. É de como eu era feliz. E radiante. E cheia de esperança. Eu tinha aquela crença bonita de que tudo no fim dá certo. Sempre. E hoje eu sei que nem tudo anda nos trilhos. Vezenquando a realidade bate forte na porta e me mostra que as coisas muitas vezes dão errado. Mas, olha que curioso, elas dão errado para que a gente aprenda que nem tudo é linear. Não é carma, cruz ou o mundo pesando nas nossas costas frágeis. Vou te contar uma verdade: nada disso cabe em cima de mim ou de você. O fato é que nem sempre sabemos lidar com a frustração. Somos humanos, imperfeitos, hedonistas.

Querer e não poder dói. Sonhar e não realizar dói. Planejar e não acontecer dói. Tudo isso fere, corta, sangra. E não dá pra gente se debater e sair chorando feito criança pequena, pois grandes já somos. É preciso encarar, secar a lágrima no canto do rosto, seguir em frente. Gente grande segue em frente. E isso também dói. Dói saber que você é uma página virada. Ou arrancada. Dói saber que tudo, tudo mesmo virou nada. Mas o bom da vida é justamente saber que uma nova página sempre nos espera. Ainda bem."  -Clarissa Corrêa

26 março 2013

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Paulo Coelho, dando asas aos nossos sonhos


Hoje resolvi inaugurar uma TAG nova que vou chamar de "Autores" ! Aqui vou falar de autores que leio constantemente sendo eles brasileiros ou não. Resolvi começar com Paulo Coelho que ao meu ver é um dos autores brasileiros mais bem sucedidos mundialmente.

"Quando se ama não temos necessidade nenhuma de entender o que acontece, por que tudo passa a acontecer dentro de nós."

O que chama mais atenção nos livros do autor é na capacidade que ele nos dá de nos sentirmos profundos. Li e reli diversas vezes "O Alquimista" que é considerada pela crítica a sua principal obra e a cada nova leitura do mesmo livro descubro coisas novas sobre a vida e sobre eu mesma que antes passavam despercebidas. É essa a magia do autor. Ele nos mostra coisas simples mas que todos nós temos dificuldade em vê-las. Nos dar asas, asas para que possamos voar mais longe com os nossos sonhos.

"Raramente nos damos conta de que estamos cercados pelo extraordinário."

Assim também é com o livro "Nas Margens do Rio Pietra eu Sentei e Chorei", que foi o último que li. 

Basicamente, recomendo que quem gosta de uma boa leitura vá de encontro às obras do autor, pois só lendo mesmo pra entender o por que de Paulo Coelho ser tão aclamado por todos.

"Não importa o que faça, cada pessoa na Terra está sempre representando o papel principal na história do mundo"

( Agora preciso da opinião de vocês sobre a TAG, digam o que acharam, deem sugestões de autores e me ajudem a melhorar cada vez mais! A sua participação é muito valiosa!)
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